DATA SCIENCE · MRO · SUPPLY CHAIN
BOM
Criticidade.
Sistema analítico para priorizar materiais industriais combinando risco operacional, custo de parada, ressuprimento e cobertura de estoque.
Priorizar risco sem
inflar o estoque.
Em operações industriais, um item barato pode interromper uma linha inteira. A curva ABC financeira, isoladamente, não captura criticidade técnica, dificuldade de substituição nem tempo de reposição.
O projeto responde a uma pergunta prática: quais materiais exigem ação primeiro, considerando simultaneamente continuidade operacional e capital imobilizado?
Do dado bruto
à decisão.
Um pipeline reprodutível transforma variáveis técnicas e logísticas em prioridade executiva e recomendações acionáveis.
Ingestão e tratamento
O pipeline recebe dados de materiais, fornecedores, consumo, estoque e impacto operacional; converte formatos e valida campos obrigatórios.
Normalização
Variáveis com unidades diferentes são convertidas para uma escala comum de 0 a 1, permitindo comparação sem distorção dimensional.
Score multicritério
Cinco dimensões são ponderadas para produzir uma pontuação interpretável de criticidade entre 0,00 e 1,00.
Priorização e ação
Os itens são classificados em A, B ou C e recebem recomendações como reabastecer, negociar lead time ou reduzir excesso.
Um score.
Cinco dimensões.
A ponderação é explícita e pode ser calibrada com engenharia, manutenção e suprimentos conforme a realidade de cada operação.
O resultado vira
plano de ação.
O valor do modelo não está apenas no ranking: cada padrão de risco é convertido em uma recomendação de controle.
itens críticos com risco de ruptura
Materiais cuja cobertura pode terminar antes da chegada de uma nova ordem, permitindo intervenção antecipada.
itens Classe C com excesso
Oportunidades para revisar parâmetros e reduzir estoque sem concentrar o corte em itens operacionalmente sensíveis.
ações recomendadas
Reabastecer, revisar mínimo, negociar prazo, desenvolver fornecedor, reduzir excesso, monitorar ou manter política.
Abastecimento
Recalibrar mínimos e antecipar compras com base no risco de ruptura.
Fornecedores
Priorizar negociação de lead time e alternativas para itens de maior score.
Capital
Reduzir overstock Classe C sem confundir baixo consumo com baixa criticidade.
Modelo de apoio,
não piloto automático.
O cenário é sintético e os pesos são premissas iniciais. Em produção, devem ser calibrados com históricos de falha, criticidade do ativo, políticas de estoque e validação dos especialistas.
A próxima evolução natural é incorporar dados confiabilistas, simular cenários de custo versus disponibilidade e acompanhar a eficácia das ações recomendadas ao longo do tempo.
PROJETO DOCUMENTADO E TESTADO